Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

BLOG DO MÁRIO

Neste blog eu posto de tudo um pouco, prezando sempre por assuntos que despertam interesse do leitor, evitando sempre assuntos polêmicos como política, religião e futebol. Boa leitura! Eu sei que você vai curtir.

BLOG DO MÁRIO

Neste blog eu posto de tudo um pouco, prezando sempre por assuntos que despertam interesse do leitor, evitando sempre assuntos polêmicos como política, religião e futebol. Boa leitura! Eu sei que você vai curtir.

26
Out08

Causos: Essa foi fedorenta

Mário Sérgio Figueredo

 

Viajando sozinho pela BR-116, próximo ao Petropen de  Registro (SP), desta vez de botas, luvas, capacete, etc., seguia eu todo feliz curtindo a paisagem, até que cheguei atrás de um ônibus e fiquei esperando uma brecha para ultrapassagem.

 

Eis que "derrepentemente" o desgraçado do motorista libera o tanque de dejetos em plena estrada, comigo justamente atrás dele.

 

Que experiência horrível, tomei uma ducha de dejetos, acho que estou fedendo até hoje.

 

 

Ao finalmente ultrapassá-lo, xinguei, gesticulei, extravasei toda a minha ira. Não tinha como deixar de ficar furioso, mas hoje não o culpo porque eu estava invisível pelos espelhos e não havia ninguém atrás da gente. Ele imaginou que estava sozinho na estrada e apesar de ser ilegal, liberou os dejetos. Eu é que estava no lugar errado, na hora errada.

 

Parei no primeiro posto da estrada e tomei um banho com moto, roupa, capacete, luvas e tudo no lavador de veículos. Se não limpou totalmente, pelo menos amenizou o mau cheiro e fez com que eu me sentisse melhor.

 

Em outras ocasiões já recebi cusparadas, pacotes de salgadinhos e numa ocasião uma latinha de refrigerante passou zunindo bem pertinho do meu capacete.

 

Uma situação que representou grande perigo foi quando um pedaço roliço de madeira de uns 2 metros de comprimento que caiu de um caminhão bem na minha frente (acho que era lenha para padaria). Eu freiando e a madeira dançando na minha frente. Foi por um triz que nada mais sério aconteceu.

 

Mas para morrer basta estar vivo e não é por estas pequenas coisas que vou deixar de amar as motos.

 

 

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Arquivo

    1. 2013
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2012
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2011
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2010
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2009
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2008
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D